Segundo a IDC, uma referência em inteligência de mercado e consultoria estratégica, geramos impressionantes 2,5 quintilhões de bytes de dados diariamente. Diante de um volume tão colossal, a simples observação de dados em formato bruto por seres humanos não é suficiente para extrair informações valiosas para objetivos específicos. Sem ferramentas adequadas que organizem e apresentem essa densa quantidade de dados de forma intuitiva, torna-se mental e fisicamente impossível compreender contextos e direcionar cenários eficazmente.

Exemplificando o descrito acima, podemos observar o Quarteto de Anscombe(chamado dessa forma pois o nome do estatístico que o estruturou se chamava Francis Anscombe),que têm muitas similaridades entre si (mesmas médias, desvios padrões, etc), mas cujos dados possuem comportamentos muito distintos entre si, o que só é possível perceber quando visualizados.

(IMAGENS ABAIXO DO QUARTETO COM OS 11 NÚMEROS(X,Y) E TAMBÉM DOS GRÁFICOS DE CADA UM DELES)




A principal mensagem desta publicação é ressaltar a relevância de visualizações de dados de qualidade. Mesmo que os dados pareçam semelhantes à primeira vista, é crucial validar essas observações por meio de gráficos e outras representações visuais.

Os seres humanos são mais eficientes ao interpretar imagens do que ao analisar grandes volumes de informações textuais, especialmente numéricas. Por outro lado, os computadores possuem a capacidade de realizar cálculos complexos em questão de segundos. Aproveitar essa simbiose — unindo a análise, o discernimento e a criatividade humanas à velocidade e capacidade de processamento dos computadores — é fundamental para gerar insights significativos.

Ao criar visualizações eficazes, conseguimos transformar dados em informações valiosas, permitindo uma tomada de decisão mais informada e estratégica.

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