As constraints, ou regras de integridade, têm como objetivo garantir a integridade dos dados em um banco de dados, definindo regras específicas para as tabelas.
Quando modelamos os dados e aplicamos as formas normais, criamos um diagrama entidade-relacional (DER) que nos ajuda a desenvolver as bases de dados. No entanto, o SQL não estabelece relacionamentos entre tabelas automaticamente; precisamos especificar isso utilizando constraints.
Por exemplo, se temos uma tabela de FORNECEDORES e outra de PRODUTOS, onde cada produto deve estar associado a um fornecedor, utilizamos PRIMARY KEY e FOREIGN KEY para indicar esse relacionamento. A PRIMARY KEY da tabela FORNECEDORES se tornará a FOREIGN KEY na tabela PRODUTOS, garantindo que cada produto esteja vinculado a um fornecedor existente.
Tipos de Constraints:
CHECK: Restringe os valores que podem ser inseridos em uma coluna. Por exemplo, para uma coluna de sexo, podemos criar uma constraint CHECK que aceite apenas 'M' ou 'F'.
NOT NULL: Utilizada em campos que não devem permitir valores nulos, garantindo que esses campos sejam preenchidos.
UNIQUE: Garante que todos os valores em uma coluna sejam únicos. Por exemplo, podemos aplicar essa constraint ao campo CPF, impedindo a inserção de CPFs duplicados.
PRIMARY KEY: Serve como um identificador único para uma tabela. Cada tabela deve ter uma PRIMARY KEY, que também é utilizada para definir relacionamentos, sendo a tabela que fornece a PK a tabela "pai".
DEFAULT: Define um valor padrão para uma coluna, que será utilizado caso o usuário não insira nenhum valor.
FOREIGN KEY: Cria um relacionamento entre tabelas e garante a integridade referencial. No exemplo dos fornecedores e produtos, não podemos excluir um fornecedor se houver produtos vinculados a ele, nem inserir produtos que não tenham um fornecedor associado.
INDEX: Acelera a busca e recuperação de dados no banco, tornando as operações mais eficientes.

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